
Soluções para modernizar e integrar sistemas críticos.
Retrofit de SPCS, proteção e controle multimarcas, automação, supervisão, engenharia e serviços de campo estruturados a partir da realidade de cada instalação. Quando o projeto exige alimentação em corrente contínua, integramos soluções NPT.
O sistema existenteé o ponto de partida.
Antes de definir a nova tecnologia, é preciso entender o sistema que continuará operando ao redor dela.
Diagnóstico da instalação
AS-IS · BASE INSTALADA
Levantamento da base instalada, documentação, equipamentos, circuitos, funções, sinais, comunicação, restrições e condição operacional.
Engenharia de modernização
ARQUITETURA · FUNÇÕES · INTERFACES
Definição da arquitetura futura, escopo de substituição, permanências, novas funções, interfaces e critérios de integração.
Integração e validação
CONFIGURAÇÃO · TESTES · INTEGRAÇÃO
Configuração, desenvolvimento de lógicas, integração, testes funcionais e verificação do comportamento do sistema antes da implantação.
Migração e entrada em operação
CAMPO · COMISSIONAMENTO · OPERAÇÃO
Execução em campo, migração planejada, testes finais, comissionamento e suporte à entrada em operação.
Modernizar uma subestação não é simplesmente substituir relés, painéis ou sistemas de supervisão. O retrofit começa pela compreensão do que já existe: filosofia de proteção e controle, arquitetura secundária, equipamentos em operação, circuitos, interfaces, redes, sinais, documentos, restrições operacionais e padrões do cliente.
A partir desse diagnóstico, a POWER define a estratégia de modernização do SPCS, preservando o que continua tecnicamente adequado, tratando obsolescências, redefinindo funções quando necessário e planejando a integração entre tecnologias existentes e novas.
O trabalho avança da engenharia para configuração, integração, testes, campo, comissionamento e suporte à entrada em operação, sempre com uma estratégia de migração compatível com as condições reais da instalação.
Modernizar sem perder de vista a operação existente.
A estratégia de migração define como o sistema existente evolui para a nova arquitetura. A POWER considera dependências entre funções, circuitos, equipamentos de pátio, supervisão, comunicação e operação para organizar as etapas de implantação e reduzir riscos durante a transição.
A sequência é definida conforme as condições reais do empreendimento, as janelas disponíveis, as restrições operacionais e a criticidade das funções envolvidas.
O retrofit começa pelo entendimento do sistema real.
Base instalada
Relés, IEDs, painéis, controladores, equipamentos de pátio, sistemas de supervisão e ativos que permanecem ou serão substituídos.
Proteção e controle
Filosofias existentes, funções, lógicas, intertravamentos, comandos, bloqueios, permissivos e relações com os equipamentos primários.
Circuitos e sinais
Entradas, saídas, circuitos de comando e trip, contatos, medições, sinalizações e interfaces elétricas existentes.
Comunicação e supervisão
Arquiteturas de rede, integração entre IEDs, gateways, sistemas SCADA e interfaces com centros de operação.
Documentação
Diagramas, listas de sinais, desenhos, lógicas, arquivos de configuração e demais informações disponíveis para reconstrução do cenário instalado.
Implantação
Sequência de migração, interfaces temporárias, testes, campo, comissionamento e estratégia de entrada em operação.
Instalação existente
A subestação em operação, com sua base instalada, documentação, limitações e histórico funcional.
Base instalada
Equipamentos primários em serviço, com arquitetura secundária legada.
Diagnóstico
Levantamento técnico da arquitetura existente, equipamentos, obsolescência e necessidades operacionais.
Áreas críticas
Pontos de obsolescência e limitação funcional mapeados por bay.
Engenharia
Definição da arquitetura, funções, interfaces, filosofia de proteção e controle e estratégia de modernização.
Arquitetura
Topologia, hierarquia de controle e interfaces redesenhadas.
Proteção e controle
Configuração, parametrização e integração dos dispositivos definidos pelo projeto.
Relés e IEDs
Parametrização, ajustes e lógicas configuradas por bay.
Automação e supervisão
Integração SCADA, comunicação, lógica, protocolos e arquitetura de automação.
Protocolos
IEC 61850, GOOSE, MMS e integração com a rede da instalação.
Campo e comissionamento
Interligações com equipamentos primários, validação funcional e acompanhamento da entrada em operação.
Testes funcionais
Validação ponto a ponto entre sistema secundário e primário.
Subestação modernizada
Sistema integrado, documentado e suportado, com funções críticas preservadas e capacidade ampliada.
Documentação final
Arquitetura, parametrizações e memoriais entregues como as-built.
Retrofit não começa escolhendo o novo equipamento. Começa entendendo o sistema que já está em operação.
É essa leitura que permite definir o que deve permanecer, o que precisa mudar e como cada nova tecnologia será incorporada à arquitetura existente.
O projeto define a tecnologia. Não o contrário.
Nossa engenharia parte das funções que o sistema precisa cumprir e das condições reais da instalação. Analisamos a filosofia de proteção e controle, a base instalada, a arquitetura secundária, as interfaces com equipamentos de pátio, a disponibilidade de sinais, as redes de comunicação, os requisitos de supervisão, os padrões do cliente e a estratégia de implantação.
A partir desse diagnóstico são definidos arquitetura, funções, protocolos, IEDs, relés, controladores, gateways, switches e plataformas de supervisão compatíveis com o desempenho, a integração e a disponibilidade exigidos pelo projeto.
Trabalhar multimarcas não significa apenas conhecer diferentes equipamentos. Significa dominar a engenharia necessária para fazê-los operar como um único sistema.
Parametrização · POWERLevantamento da filosofia existente, diagramas, equipamentos primários, circuitos secundários, interfaces, sinais, restrições operacionais e padrões do cliente.
Definição da topologia de proteção, controle, supervisão e comunicação, níveis hierárquicos, redundâncias, redes e interfaces com sistemas existentes.
Proteções, lógicas, intertravamentos, comandos, automatismos, oscilografia, registros de eventos, sincronismo, comunicação e integração SCADA.
Seleção de relés, IEDs, controladores, switches, gateways e plataformas conforme os requisitos funcionais e a arquitetura aprovada.
O que precisa estar resolvido antes da escolha do equipamento.
A definição tecnológica é consequência de uma arquitetura consistente. Cada projeto exige avaliar funções, interfaces, comunicação, operação, disponibilidade e estratégia de implantação como partes do mesmo sistema.
Proteção
Filosofia e funções de proteção, seletividade, atuação, trip, bloqueios, falha de disjuntor e interfaces com equipamentos primários.
FUNÇÕES · AJUSTES · LÓGICAS
Controle
Comando local e remoto, intertravamentos, permissivos, automatismos, controle de bay e sequências operacionais.
COMANDO · INTERTRAVAMENTO · BAY
Comunicação
Integração entre IEDs, sistemas de automação e supervisão por arquiteturas e protocolos compatíveis com o empreendimento.
IEDs · REDES · PROTOCOLOS
Rede e sincronismo
Topologia de rede, disponibilidade, redundância, segregação e sincronização temporal dos dispositivos.
TOPOLOGIA · DISPONIBILIDADE · TEMPO
Supervisão
SCADA, telas, alarmes, eventos, comandos, históricos e interfaces com centros de operação.
SCADA · SOE · OPERAÇÃO
Testes e comissionamento
Validação funcional, testes ponto a ponto, verificação das lógicas e integração entre sistema secundário, equipamentos primários e operação.
TESTES · VALIDAÇÃO · ENTRADA EM OPERAÇÃO
Cada função tem um papel específico na filosofia de proteção e é aplicada conforme o equipamento, a topologia e o estudo de seletividade do projeto.
21Distância
Detecta faltas por impedância e determina a zona de atuação.
Aplicação — Linhas de transmissão e circuitos onde a seletividade por corrente não é suficiente.
25Verificação de sincronismo
Confere tensão, frequência e ângulo antes de permitir o fechamento do disjuntor.
Aplicação — Paralelismo entre geradores, interligação de barramentos e religamento de sistemas.
27/59Sub e sobretensão
Atua quando a tensão sai da faixa operacional definida, por falta ou distúrbio.
Aplicação — Proteção de barramentos, geradores, motores e cargas sensíveis a variação de tensão.
50/51Sobrecorrente de fase
Combina atuação instantânea (50) e temporizada (51) contra curtos-circuitos de fase.
Aplicação — Proteção primária de alimentadores, transformadores e circuitos radiais.
50N/51NSobrecorrente de neutro
Mesma lógica da função de fase, aplicada à corrente de sequência residual.
Aplicação — Detecção de faltas à terra em sistemas aterrados ou com resistor de neutro.
50BFFalha de disjuntor
Verifica se o disjuntor interrompeu a corrente de falta dentro do tempo esperado.
Aplicação — Retaguarda que dispara disjuntores adjacentes quando o disjuntor principal não abre.
67/67NSobrecorrente direcional
Soma à sobrecorrente a informação de sentido do fluxo de falta.
Aplicação — Sistemas em anel, malha ou com geração distribuída, onde a corrente pode fluir nos dois sentidos.
81Frequência
Monitora sub e sobrefrequência do sistema e pode disparar corte de carga ou geração.
Aplicação — Estabilidade de sistemas com geração própria, ilhamento e esquemas de corte de carga.
87Diferencial
Compara correntes de entrada e saída do equipamento; qualquer diferença indica falta interna.
Aplicação — Transformadores, geradores, barramentos e linhas curtas, com atuação rápida e seletiva.
e outras funções conforme estudo, filosofia de proteção e aplicação.
Sistemas diferentes precisam falar a mesma linguagem operacional.
A POWER integra proteção, controle, automação e supervisão considerando interoperabilidade entre equipamentos, requisitos de comunicação e compatibilidade com a arquitetura existente.
Ecossistema tecnológico multimarcas
A arquitetura não é construída ao redor de uma marca. Selecionamos e integramos tecnologias de diferentes fabricantes conforme requisitos técnicos, padronização do cliente, compatibilidade com a base instalada, ciclo de vida dos equipamentos e estratégia de implantação.


Engenharia antes do produto.
Da função de proteção à operação no centro de controle, a responsabilidade da POWER é transformar requisitos, equipamentos e interfaces em uma arquitetura que opere como sistema.
Primeiro definimos o que o sistema precisa fazer. Depois definimos quais tecnologias devem fazê-lo.
Supervisão na plataforma que o sistema exige.
A POWER desenvolve e integra sistemas supervisórios para subestações locais e centros de comando, adequando arquitetura, comunicação, telas, alarmes e funções operacionais aos requisitos do cliente e à infraestrutura existente.
- Supervisório local
- Centro de comando
- Integração de múltiplas subestações
- Alarmes e eventos
- Comunicação com IEDs e equipamentos
- Integração a redes e sistemas existentes

Integração preparada para a subestação digital.
A POWER integra sistemas de proteção, controle e supervisão compatíveis com arquiteturas IEC 61850, conectando equipamentos, comunicação e lógica de automação para ampliar disponibilidade de informação, interoperabilidade e capacidade operacional.
IEDs
Dispositivos inteligentes
Rede
Comunicação
Controle
Lógica e automação
Supervisão
SCADA
Operação
Centro de comando
Automação de subestações de ponta a ponta.
Da proteção ao supervisório, da comunicação às ligações de campo, a POWER integra as camadas que fazem uma subestação operar como um sistema único.
Equipamentos primários
Disjuntores, transformadores, seccionadores
Proteção e controle
Relés, IEDs, controladores de bay
Comunicação
Redes, protocolos, IEC 61850
Supervisão
SCADA, telas, alarmes e eventos
Operação
Centro de comando e telecomando
Sistema integrado
Cinco camadas operando como um único sistema, com informação disponível de ponta a ponta.
Engenharia do projeto à operação.
Proteção e Controle
Relés, IEDs e lógicas de proteção para SPCS multimarcas.
Supervisão
Sistemas SCADA para subestações locais e centros de comando.
Automação
Integração de camadas — de equipamentos primários à operação.
Campo
Interligações físicas e lógicas com equipamentos de pátio.
Engenharia
Projeto executivo, configuração e integração de sistemas.
Manutenção e Pós-venda
Atuação preventiva, corretiva e suporte técnico especializado.
Engenharia que precisa funcionar no mundo real.
Transformamos requisitos técnicos em soluções executáveis, compatíveis com a realidade da instalação e preparadas para operação e manutenção.
Engenharia também é uma entrega.
Projetos, estudos, parametrização, integração e serviços de campo podem ser contratados de forma independente, conforme o escopo e a necessidade de cada empreendimento.
Área de projeto POWERProjeto
Engenharia de proteção, controle, supervisão e automação para SPCS.
Configuração
Parametrização de relés, controladores, lógica de automação e supervisórios.
Integração
Comunicação, protocolos, redes, IEC 61850 e interfaces entre sistemas.
Campo
Interligações físicas e lógicas com equipamentos de pátio e sistemas existentes.
Manutenção
Atuação preventiva e corretiva em sistemas automatizados.
Pós-venda
Suporte técnico, atualizações, acompanhamento e assistência especializada.
Conversão de energia com tecnologia NPT.
Nos projetos que exigem alimentação em corrente contínua, a POWER atua exclusivamente com soluções de conversão de energia da NPT Energia, empresa do grupo MACH Capital especializada em retificadores industriais e sistemas CC para aplicações críticas.
Conheça a NPT Energia
Tem um projeto de subestação em fase de decisão?
Nossa equipe técnica avalia o cenário atual e propõe a solução de proteção, controle ou automação mais adequada — sem vínculo com fabricante específico.
