Engenheiro POWER trabalhando em painel de proteção e controle
Soluções

Soluções para modernizar e integrar sistemas críticos.

Retrofit de SPCS, proteção e controle multimarcas, automação, supervisão, engenharia e serviços de campo estruturados a partir da realidade de cada instalação. Quando o projeto exige alimentação em corrente contínua, integramos soluções NPT.

Retrofit · Modernização · SPCS

O sistema existenteé o ponto de partida.

Antes de definir a nova tecnologia, é preciso entender o sistema que continuará operando ao redor dela.

Retrofit POWER · Registro em campo
01

Diagnóstico da instalação

AS-IS · BASE INSTALADA

Levantamento da base instalada, documentação, equipamentos, circuitos, funções, sinais, comunicação, restrições e condição operacional.

02

Engenharia de modernização

ARQUITETURA · FUNÇÕES · INTERFACES

Definição da arquitetura futura, escopo de substituição, permanências, novas funções, interfaces e critérios de integração.

03

Integração e validação

CONFIGURAÇÃO · TESTES · INTEGRAÇÃO

Configuração, desenvolvimento de lógicas, integração, testes funcionais e verificação do comportamento do sistema antes da implantação.

04

Migração e entrada em operação

CAMPO · COMISSIONAMENTO · OPERAÇÃO

Execução em campo, migração planejada, testes finais, comissionamento e suporte à entrada em operação.

Modernizar uma subestação não é simplesmente substituir relés, painéis ou sistemas de supervisão. O retrofit começa pela compreensão do que já existe: filosofia de proteção e controle, arquitetura secundária, equipamentos em operação, circuitos, interfaces, redes, sinais, documentos, restrições operacionais e padrões do cliente.

A partir desse diagnóstico, a POWER define a estratégia de modernização do SPCS, preservando o que continua tecnicamente adequado, tratando obsolescências, redefinindo funções quando necessário e planejando a integração entre tecnologias existentes e novas.

O trabalho avança da engenharia para configuração, integração, testes, campo, comissionamento e suporte à entrada em operação, sempre com uma estratégia de migração compatível com as condições reais da instalação.

Migração planejada

Modernizar sem perder de vista a operação existente.

A estratégia de migração define como o sistema existente evolui para a nova arquitetura. A POWER considera dependências entre funções, circuitos, equipamentos de pátio, supervisão, comunicação e operação para organizar as etapas de implantação e reduzir riscos durante a transição.

A sequência é definida conforme as condições reais do empreendimento, as janelas disponíveis, as restrições operacionais e a criticidade das funções envolvidas.

Leitura técnica da instalação

O retrofit começa pelo entendimento do sistema real.

Base instalada

Relés, IEDs, painéis, controladores, equipamentos de pátio, sistemas de supervisão e ativos que permanecem ou serão substituídos.

Proteção e controle

Filosofias existentes, funções, lógicas, intertravamentos, comandos, bloqueios, permissivos e relações com os equipamentos primários.

Circuitos e sinais

Entradas, saídas, circuitos de comando e trip, contatos, medições, sinalizações e interfaces elétricas existentes.

Comunicação e supervisão

Arquiteturas de rede, integração entre IEDs, gateways, sistemas SCADA e interfaces com centros de operação.

Documentação

Diagramas, listas de sinais, desenhos, lógicas, arquivos de configuração e demais informações disponíveis para reconstrução do cenário instalado.

Implantação

Sequência de migração, interfaces temporárias, testes, campo, comissionamento e estratégia de entrada em operação.

01

Instalação existente

A subestação em operação, com sua base instalada, documentação, limitações e histórico funcional.

Base instalada

Equipamentos primários em serviço, com arquitetura secundária legada.

02

Diagnóstico

Levantamento técnico da arquitetura existente, equipamentos, obsolescência e necessidades operacionais.

Áreas críticas

Pontos de obsolescência e limitação funcional mapeados por bay.

03

Engenharia

Definição da arquitetura, funções, interfaces, filosofia de proteção e controle e estratégia de modernização.

Arquitetura

Topologia, hierarquia de controle e interfaces redesenhadas.

04

Proteção e controle

Configuração, parametrização e integração dos dispositivos definidos pelo projeto.

Relés e IEDs

Parametrização, ajustes e lógicas configuradas por bay.

05

Automação e supervisão

Integração SCADA, comunicação, lógica, protocolos e arquitetura de automação.

Protocolos

IEC 61850, GOOSE, MMS e integração com a rede da instalação.

06

Campo e comissionamento

Interligações com equipamentos primários, validação funcional e acompanhamento da entrada em operação.

Testes funcionais

Validação ponto a ponto entre sistema secundário e primário.

07

Subestação modernizada

Sistema integrado, documentado e suportado, com funções críticas preservadas e capacidade ampliada.

Documentação final

Arquitetura, parametrizações e memoriais entregues como as-built.

Retrofit não começa escolhendo o novo equipamento. Começa entendendo o sistema que já está em operação.

É essa leitura que permite definir o que deve permanecer, o que precisa mudar e como cada nova tecnologia será incorporada à arquitetura existente.

Engenharia independente de fabricante

O projeto define a tecnologia. Não o contrário.

Nossa engenharia parte das funções que o sistema precisa cumprir e das condições reais da instalação. Analisamos a filosofia de proteção e controle, a base instalada, a arquitetura secundária, as interfaces com equipamentos de pátio, a disponibilidade de sinais, as redes de comunicação, os requisitos de supervisão, os padrões do cliente e a estratégia de implantação.

A partir desse diagnóstico são definidos arquitetura, funções, protocolos, IEDs, relés, controladores, gateways, switches e plataformas de supervisão compatíveis com o desempenho, a integração e a disponibilidade exigidos pelo projeto.

Trabalhar multimarcas não significa apenas conhecer diferentes equipamentos. Significa dominar a engenharia necessária para fazê-los operar como um único sistema.

Engenheiro da POWER parametrizando diagramas de proteção e controleParametrização · POWER
01Requisitos e base instalada

Levantamento da filosofia existente, diagramas, equipamentos primários, circuitos secundários, interfaces, sinais, restrições operacionais e padrões do cliente.

02Arquitetura do SPCS

Definição da topologia de proteção, controle, supervisão e comunicação, níveis hierárquicos, redundâncias, redes e interfaces com sistemas existentes.

03Funções e integração

Proteções, lógicas, intertravamentos, comandos, automatismos, oscilografia, registros de eventos, sincronismo, comunicação e integração SCADA.

04Tecnologia definida

Seleção de relés, IEDs, controladores, switches, gateways e plataformas conforme os requisitos funcionais e a arquitetura aprovada.

Critérios de engenharia

O que precisa estar resolvido antes da escolha do equipamento.

A definição tecnológica é consequência de uma arquitetura consistente. Cada projeto exige avaliar funções, interfaces, comunicação, operação, disponibilidade e estratégia de implantação como partes do mesmo sistema.

01

Proteção

Filosofia e funções de proteção, seletividade, atuação, trip, bloqueios, falha de disjuntor e interfaces com equipamentos primários.

FUNÇÕES · AJUSTES · LÓGICAS

02

Controle

Comando local e remoto, intertravamentos, permissivos, automatismos, controle de bay e sequências operacionais.

COMANDO · INTERTRAVAMENTO · BAY

03

Comunicação

Integração entre IEDs, sistemas de automação e supervisão por arquiteturas e protocolos compatíveis com o empreendimento.

IEDs · REDES · PROTOCOLOS

04

Rede e sincronismo

Topologia de rede, disponibilidade, redundância, segregação e sincronização temporal dos dispositivos.

TOPOLOGIA · DISPONIBILIDADE · TEMPO

05

Supervisão

SCADA, telas, alarmes, eventos, comandos, históricos e interfaces com centros de operação.

SCADA · SOE · OPERAÇÃO

06

Testes e comissionamento

Validação funcional, testes ponto a ponto, verificação das lógicas e integração entre sistema secundário, equipamentos primários e operação.

TESTES · VALIDAÇÃO · ENTRADA EM OPERAÇÃO

Funções de proteção — conforme aplicação

Cada função tem um papel específico na filosofia de proteção e é aplicada conforme o equipamento, a topologia e o estudo de seletividade do projeto.

21Distância

Detecta faltas por impedância e determina a zona de atuação.

Aplicação — Linhas de transmissão e circuitos onde a seletividade por corrente não é suficiente.

25Verificação de sincronismo

Confere tensão, frequência e ângulo antes de permitir o fechamento do disjuntor.

Aplicação — Paralelismo entre geradores, interligação de barramentos e religamento de sistemas.

27/59Sub e sobretensão

Atua quando a tensão sai da faixa operacional definida, por falta ou distúrbio.

Aplicação — Proteção de barramentos, geradores, motores e cargas sensíveis a variação de tensão.

50/51Sobrecorrente de fase

Combina atuação instantânea (50) e temporizada (51) contra curtos-circuitos de fase.

Aplicação — Proteção primária de alimentadores, transformadores e circuitos radiais.

50N/51NSobrecorrente de neutro

Mesma lógica da função de fase, aplicada à corrente de sequência residual.

Aplicação — Detecção de faltas à terra em sistemas aterrados ou com resistor de neutro.

50BFFalha de disjuntor

Verifica se o disjuntor interrompeu a corrente de falta dentro do tempo esperado.

Aplicação — Retaguarda que dispara disjuntores adjacentes quando o disjuntor principal não abre.

67/67NSobrecorrente direcional

Soma à sobrecorrente a informação de sentido do fluxo de falta.

Aplicação — Sistemas em anel, malha ou com geração distribuída, onde a corrente pode fluir nos dois sentidos.

81Frequência

Monitora sub e sobrefrequência do sistema e pode disparar corte de carga ou geração.

Aplicação — Estabilidade de sistemas com geração própria, ilhamento e esquemas de corte de carga.

87Diferencial

Compara correntes de entrada e saída do equipamento; qualquer diferença indica falta interna.

Aplicação — Transformadores, geradores, barramentos e linhas curtas, com atuação rápida e seletiva.

e outras funções conforme estudo, filosofia de proteção e aplicação.

Interoperabilidade e comunicação

Sistemas diferentes precisam falar a mesma linguagem operacional.

A POWER integra proteção, controle, automação e supervisão considerando interoperabilidade entre equipamentos, requisitos de comunicação e compatibilidade com a arquitetura existente.

IEC 61850GOOSEMMSIntegração com sistemas legados

Ecossistema tecnológico multimarcas

A arquitetura não é construída ao redor de uma marca. Selecionamos e integramos tecnologias de diferentes fabricantes conforme requisitos técnicos, padronização do cliente, compatibilidade com a base instalada, ciclo de vida dos equipamentos e estratégia de implantação.

SIEMENS
EFACEC
ABB
HITACHI ENERGY
SCHNEIDER ELECTRIC
GE VERNOVA — GRID SOLUTIONS

Engenharia antes do produto.

Da função de proteção à operação no centro de controle, a responsabilidade da POWER é transformar requisitos, equipamentos e interfaces em uma arquitetura que opere como sistema.

Primeiro definimos o que o sistema precisa fazer. Depois definimos quais tecnologias devem fazê-lo.

Supervisão e SCADA

Supervisão na plataforma que o sistema exige.

A POWER desenvolve e integra sistemas supervisórios para subestações locais e centros de comando, adequando arquitetura, comunicação, telas, alarmes e funções operacionais aos requisitos do cliente e à infraestrutura existente.

ElipseCLP500Outras plataformas
  • Supervisório local
  • Centro de comando
  • Integração de múltiplas subestações
  • Alarmes e eventos
  • Comunicação com IEDs e equipamentos
  • Integração a redes e sistemas existentes
Sala de supervisão e controle técnico de subestação
IEC 61850 · Digitalização

Integração preparada para a subestação digital.

A POWER integra sistemas de proteção, controle e supervisão compatíveis com arquiteturas IEC 61850, conectando equipamentos, comunicação e lógica de automação para ampliar disponibilidade de informação, interoperabilidade e capacidade operacional.

IEDs

Dispositivos inteligentes

Rede

Comunicação

Controle

Lógica e automação

Supervisão

SCADA

Operação

Centro de comando

Automação de subestações

Automação de subestações de ponta a ponta.

Da proteção ao supervisório, da comunicação às ligações de campo, a POWER integra as camadas que fazem uma subestação operar como um sistema único.

01

Equipamentos primários

Disjuntores, transformadores, seccionadores

02

Proteção e controle

Relés, IEDs, controladores de bay

03

Comunicação

Redes, protocolos, IEC 61850

04

Supervisão

SCADA, telas, alarmes e eventos

05

Operação

Centro de comando e telecomando

Sistema integrado

Cinco camadas operando como um único sistema, com informação disponível de ponta a ponta.

O que entregamos

Engenharia do projeto à operação.

Proteção e Controle

Relés, IEDs e lógicas de proteção para SPCS multimarcas.

Supervisão

Sistemas SCADA para subestações locais e centros de comando.

Automação

Integração de camadas — de equipamentos primários à operação.

Campo

Interligações físicas e lógicas com equipamentos de pátio.

Engenharia

Projeto executivo, configuração e integração de sistemas.

Manutenção e Pós-venda

Atuação preventiva, corretiva e suporte técnico especializado.

Do projeto ao campo

Engenharia que precisa funcionar no mundo real.

Transformamos requisitos técnicos em soluções executáveis, compatíveis com a realidade da instalação e preparadas para operação e manutenção.

Engenharia também é uma entrega.

Projetos, estudos, parametrização, integração e serviços de campo podem ser contratados de forma independente, conforme o escopo e a necessidade de cada empreendimento.

Engenheiros da POWER trabalhando em estações de projeto e parametrizaçãoÁrea de projeto POWER
01

Projeto

Engenharia de proteção, controle, supervisão e automação para SPCS.

02

Configuração

Parametrização de relés, controladores, lógica de automação e supervisórios.

03

Integração

Comunicação, protocolos, redes, IEC 61850 e interfaces entre sistemas.

04

Campo

Interligações físicas e lógicas com equipamentos de pátio e sistemas existentes.

05

Manutenção

Atuação preventiva e corretiva em sistemas automatizados.

06

Pós-venda

Suporte técnico, atualizações, acompanhamento e assistência especializada.

Solução complementar

Conversão de energia com tecnologia NPT.

Nos projetos que exigem alimentação em corrente contínua, a POWER atua exclusivamente com soluções de conversão de energia da NPT Energia, empresa do grupo MACH Capital especializada em retificadores industriais e sistemas CC para aplicações críticas.

Conheça a NPT Energia
CIBSRetificadores chaveados modulares
CIBSPSolução chaveada compacta / portátil
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Converse com a engenharia

Tem um projeto de subestação em fase de decisão?

Nossa equipe técnica avalia o cenário atual e propõe a solução de proteção, controle ou automação mais adequada — sem vínculo com fabricante específico.